O fim e o que convém



por Santo Agostinho

Tu sabes muito bem que não é do ponto de vista dos convenientes, mas dos fins, que cabe distinguir as virtudes dos vícios. O conveniente é o que se deve fazer; o fim é aquilo por que se deve fazer. Portanto, quando alguém fez uma coisa que não parece ser pecado, se aquilo por que fez não é aquilo por que se deve fazer, este alguém é réu de pecado. Tu não atentas; tu separas pois os fins dos convenientes e pretendes  que se deva considerar como virtudes verdadeiras convenientes sem seus fins.

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